[bmto id=”1″]https://www.youtube.com/watch?v=g1e3YtKvpqE[/bmto]
Jucineia levou o celular da filha a uma assistência técnica para consertar a tela quebrada. No entanto, após 30 dias, além de não resolverem o problema inicial, a assistência danificou a parte traseira do aparelho. Jucineia, mãe de duas crianças com autismo, necessitava de um conserto cuidadoso. A loja informou que usaria peças originais, mas entregou peças paralelas, causando mais transtornos. A situação, que gerou um impasse, foi intermediada por Celso Russomanno, destacando a importância da escolha por serviços autorizados para evitar dores de cabeça. O caso ilustra desafios e direitos dos consumidores em situações de assistência técnica insatisfatória.
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