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O Domingo Espetacular foi até a Síria para mostrar as mudanças no país que sofreu a brutalidade do regime de Bashar al-Assad. Um ano depois da queda do ditador, o país teve muitas mudanças, poucos avanços, violência e esperança.
Vamos mostrar o país em reconstrução pelas lentes de um brasileiro, o documentarista Humberto Bispo. Ele chegou à Síria no dia 4 de dezembro, antes do aniversário de um ano da queda do antigo governo.
O cineasta viajou de São Paulo até Beirute, no Líbano, e depois encarou mais duas horas para atravessar a fronteira com a Síria de carro. Em uma semana, Humberto gravou depoimentos e imagens para mostrar o que os sírios pensam do novo presidente Ahmed al-Shar’a e o que aconteceu nos últimos 365 dias.
Humberto percorreu Yarmuk, a vinte minutos do centro de Damasco. Antes, o bairro era um dos mais populosos da capital, mas virou um campo de batalha e a população ficou cercada por grupos rivais. A Maioria dos 160 mil moradores deixou o lugar. Agora, os refugiados estão voltando para reconstruir suas casas. Muitos ainda procuram desaparecidos.
Monera Almasri tem 58 anos e é casada com um ex-prisioneiro do regime de Assad. O homem, de 72 anos, foi brutalmente torturado. a mulher denuncia que não recebe ajuda e não consegue trabalhar. “Só recebo uma cesta básica uma vez por ano”, reclama.
Enquanto internamente ainda falta muito o que reconstruir no país, foi na política externa que aconteceram as maiores mudanças. o presidente al-Shaara já viajou o mundo e conseguiu discursar na Assembleia Geral da ONU e, em novembro, tornou-se o primeiro líder sírio a visitar a Casa Branca desde 1946.
Apesar das promessas do novo presidente em relação às mulheres, ele é o líder do grupo HTS, que segue a lei islâmica e prega regras conservadoras. Em junho, elas foram proibidas de ir à praia ou piscinas com biquíni.
Um ano após a queda do regime, mulheres ocupam apenas seis das 119 cadeiras no parlamento recém-eleito da Síria. Há ainda uma ministra, a cristã Hind Kabawat. A violência de gênero continua alarmante, especialmente contra as alauitas, que pertencem à mesma religião que Bashar al-Assad. As comunidades estão sendo atacadas e mulheres sequestradas por radicais sírios, acusadas de apoiar o ex -presidente.
Especialistas adotam um tom moderadamente otimista ao analisarem o futuro da Síria. “Eles têm toda a condição de permitir que a Síria volte a respirar. Por quê? Porque é tirar as sanções, é deixar que as pessoas e as empresas e os países invistam lá, deixar que a população volte, aquela que saiu refugiada”, afirmou o professor de Direito Internacional da Fundação Getúlio Vargas, Salem Nassar.
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