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O crescimento do comércio eletrônico e dos serviços de entrega durante a pandemia trouxe à tona um problema preocupante: o aumento da violência e discriminação contra entregadores. No Brasil, cerca de meio milhão de pessoas estão registradas nessa categoria, número que pode ser ainda maior devido ao trabalho informal, e os casos de abuso têm se multiplicado.
Recentemente, incidentes graves foram registrados em várias cidades. No Rio de Janeiro, um policial penal disparou contra o pé do entregador Valério de Souza Jr., após discussão sobre subir ou não até o apartamento para entregar um pedido. A plataforma esclareceu que os entregadores não são obrigados a subir aos apartamentos.
Em Fortaleza, um cliente agrediu fisicamente um motoboy por não poder alterar o método de pagamento previamente escolhido, resultando na hospitalização do trabalhador.
Essas situações refletem a crescente falta de respeito enfrentada pelos profissionais das ruas. Dados de uma plataforma nacional indicam quase 500 casos semelhantes em um ano — mais que o dobro do período anterior — principalmente em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba.
Além das agressões físicas e verbais, muitos relatam episódios humilhantes envolvendo preconceito social. Aline Vitória da Silva, ex-entregadora, relatou que um cliente jogou um lanche em seu rosto, ressaltando a necessidade de respeito nessa relação.
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